
Que amor é esse que me pedes?
Que amor é esse que exiges?
É aquele que colocaste no abraço
Que nunca me deste?
É o amor que me deste
Quando dizias que não prestava?
É o amor que me deste
Quando gritavas comigo?
É o amor que me deste
Quando dizias que era má filha?
É o amor que me deste
Quando criavas cicatrizes no meu coração?
É esse o amor que queres?!
Eu sempre tive que corresponder
Às tuas exigências…
Às tuas expectativas…
Não podia errar,
Não podia falhar.
Tinha que ser a número um…
Quando não era, não era ninguém...
Qual é o amor que queres?
Mostra-mo, não o conheço…
Ensina-me que retribuirei!
Vá lá… que esperas?
Que esperas??!!
Sempre esperaste…
E nunca chegaste.
5 comentários:
Pois...onde pára o amor?
Qie estranha forma de amar...
beijinhos!
:)
e repartir doses iguais de amor mal gerido.....
o mundo esta assim..em vias de facto com o amor e a solidariedade....
gostei de ler o teu intimo sobre esta divisao de sentimentos...muito mesmo..
Estranho o amor não? E contudo, eledeve ser deixado livre..
Obrigada pela visita.
O amor não se ensina...
tem que ser sentido e saboreado como um pedaço de chocolate.
Esquecemo.nos do tempo, das pessoas, do mundo lá fora e ficamo.nos ali a deliciar enquanto dura...
Gostei do poema! Fala de amor... ou da falta dele...
bj
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